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caixa dos segredos

Bocados de mim embrulhados em palavras encharcadas de emoções. Um demónio à solta, num turbilhão de sensações. Uma menina traída pelas boas intenções.

27
Mai15

Abram alas para o meu mau feitio


vanita

Meus queridos, 

Há uns anos, andávamos nós a dar os primeiros passinhos nestas coisas dos blogs e as revistas da especialidade anunciavam que o futuro era micro-blogging e que este, aos poucos, estava a matar os blogs que - como se vê - ainda mexem. Falava-se então no advento dessas maravilhas que são o Facebook, o Twitter, o Foursquare (ainda se lembram deste) e de umas quantas outras redes e aplicações. Algumas vingaram, outras não e, de facto, assistiu-se à explosão do tal micro-blogging, tal como anunciado. Quem é que hoje - individual ou empresa - consegue comunicar o que quer que seja sem uma conta de Facebook? Mas, ao contrário do que adivinharam os fazedores do futuro, o Twitter nunca teve o boom anunciado. Não em Portugal. Não de forma massificada. Existe, é uma óptima ferramenta, há toda uma classe que só usa o Twitter, é o meio de escape dos mini-adolescentes para não serem controlados pelos pais no FB, mas não teve a difusão que aconteceu noutros países. Esta conversa toda para quê? Para vos dizer que me estou bem a borrifar para o Periscope. Quero lá saber se há mil entidades informadas que acreditam que isto é a última Coca-Cola do deserto. Mesmo que venha a ser, a seu tempo saberemos. Agora, parem de me impingir essa coisa, ok?

Grata.

21
Jul14

O FB e as pessoas


vanita

Estou com vontade de eliminar a minha conta de Facebook para todo o sempre. Só não o faço porque funciona como instrumento de trabalho. Tudo porque, nos últimos tempos, não se passa uma semana que seja sem que alguém tente arranjar problemas, confusões ou discussões por ninharias, preconceitos e más interpretações do que lêem. É inacreditável a quantidade de gente que ainda não sabe entender um texto. O que dizer da falta de vergonha de se exporem em público com peixeiradas por dá-cá-aquela-palha? Perdemos todos a noção de saber ser e saber estar? Esgotam-me a paciência. 

19
Abr14

Morte ao Facebook


vanita

Por mim, matava o Facebook. Quem me conhece não acredita que eu pense isto, mas a vontade de apagar a minha conta todos os dias me passa pela cabeça. Estou cansada da ditadura das redes sociais e das falsas notícias, relações e verdades que por ali passam, mas não consigo deixar de me envolver, por mais que me esforce. E porquê? Porque parte do meu trabalho passa pela gestão das redes sociais da minha empresa, porque o FB é a melhor fonte de contactos - pelo menos uma das mais imediatas - e porque, há que admiti-lo, me tornei viciada em posts e notificações. Qual agarrada, daria tudo para largar este vício que, como todos, não é minimanente saudável.

 

Se inicialmente as redes sociais foram um alívio para pessoas mais introvertidas como eu, que não gostam de sair todos os dias e, assim, encontraram forma de se manter em contacto com os amigos, agora começam lentamente a mostrar o revés da medalha. Quem não saía, sai ainda menos e, surpreendentemente, as redes sociais não substituem os amigos nem as saídas para pôr as conversas em dia. Pior, as redes sociais inquinam as relações, são fonte de conflitos e mal entendidos, geram invejas e maus sentimentos e, inesperadamente, afastam as pessoas.

 

O melhor de dois mundo seria uma utilização racional das redes sociais, mas quando um produto se massifica a razão é imediatamente esquecida. É radical, mas todos os dias desejo a morte ao Facebook. Ou à parte doente dele.

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