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caixa dos segredos

Bocados de mim embrulhados em palavras encharcadas de emoções. Um demónio à solta, num turbilhão de sensações. Uma menina traída pelas boas intenções.

06
Mai14

Da preguiça dos dias de hoje


vanita

Maria Vieira escreveu uma opinião muito tola sobre a participação de Diogo Morgado no Vale Tudo deste domingo na SIC. Suminho, meus senhores, suminho. Uma atriz que todos conhecem crítica publicamente um actor ainda mais conhecido. Esfreguem as mãozinhas que isto é fillet mignon, não há carninha desta todos os dias. Pois bem, o mote para o festival está lançado. E o que fazem os nossos jornalistas? Ligam para Maria Vieira a perguntar o que lhe passou pela cabeça? Telefonam a Diogo Morgado para ter uma reacção à crítica, em jeito de follow up? Qual quê? Estamos no tempo do copy paste. Pegam no texto que Maria Vieira publicou no FB e dão a "notícia", em discurso indirecto. Quando Diogo Morgado responde pela mesma via, leia-se redes sociais, repete-se a fórmula. Depois dizem que o jornalismo está morto. Não, não está. As pessoas é que se tornaram preguiçosas e pouco exigentes. Todos lemos o que os famosos escrevem nas redes sociais. Isso não é notícia.
06
Mai14

O Expresso passa a diário vespertino online


vanita

Como é tradição nas empresas do Dr. Francisco Pinto Balsemão, hoje, dia 6 de Maio - é sempre aos dias 6 - assinala-se uma nova etapa na vida do semanário Expresso, que passa a ser também um diário vespertino online. Palminhas pelo ar fresco que traz aos média, mas vamos lá com calma no andor. Isto não é "um projecto editorial completamente inovador", como é anunciado pelos próprios. Trata-se sim, de uma iniciativa muito válida de tentar conquistar o valor comercial da notícia, em confronto com a inevitável presença online. Sejamos honestos: não há outro caminho, é obrigatória a presença online, sobretudo agora que há um outro projecto a querer desbravar caminho por estes meandros (falo de o Observador). O que realmente é inovador não é a questão editoral, mas sim a estratégia comercial para a tentar tornar rentável. Muitos tentaram milhares de outras fórmulas, veremos se é desta que se encontra uma pequena solução. Tenho algumas dúvidas, mas acredito que possa resultar, pelo menos durante uns tempos. O melhor de tudo é mesmo ver o mercado mexer. Que se mantenha assim. 

04
Mai14

Pé ao léu


vanita

Para mim é uma das decisões mais difíceis do ano, mas está tomada. Tirei as sandálias do armário. Começa hoje a temporada de pé ao léu. Que dure!
04
Mai14

A minha mãe


vanita

Casou aos 17 anos e aos 21 era mãe de três filhos. Tudo por opção, com garra, paixão e determinação. A minha mãe nunca teve muito dinheiro para nos escolher as roupas e sapatos mais giros das lojas que na altura nem sequer abundavam. Se não havia para as roupinhas mais bonitas, menos sobrava para empregadas que a pudessem ajudar na tarefa hercúlea e quase impossível de criar três filhos de idades diferentes e com necessidades distintas de atenção. Uma menina e dois meninos, cada um com as suas especificidades e personalidades bem marcadas. Ainda hoje assim é. A minha mãe era uma menina e o sorriso dela sempre o deixou transparecer. Contou com a ajuda do meu pai, apenas isso. Foi e é uma heroína. Mudou fraldas, lavou e passou a ferro toneladas de roupa - ainda hoje o faz - e todos os dias cozinha refeições com tempero de mãe. Limpou a casa e aturou birras e crises de adolescência e de adultos já feitos. Ralhou e deu-nos dois ou três tabefes mais do que merecidos. Cansou-se de trabalhar mas nunca de nos amar. A minha mãe deu-nos e continua a dar-nos todo o amor do mundo. E só quer que sejamos felizes em troca. Nunca nos pediu ajuda para nada, nem sequer para as tarefas domésticas. O fardo é dela e faz dele prova infinita de amor. A minha mãe é a minha heroína.

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