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07.02.17

O metro e o Carlos Ruiz Záfon

por vanita

Contei os dias para por as mãos em cima do mais recente livro do Carlos Ruiz Záfon, que me ofereceram no Natal. Cumpri com sacrifício a missão de terminar o que estava a ler e que não me estava a agradar por aí além e eis que, quando chega a hora de terminar a saga do Cemitério dos Livros Esquecidos, o tenho parado em casa há quase um mês. Um mês sem lhe tocar, tudo por causa do metro. Os transportes públicos são o melhor tempo que tenho para por as leituras em dia porque, de resto, no que sobra de trabalho e tarefas domésticas e obrigações, gosto mesmo é de dormir. O metro veio estragar-me a rotina. E porquê, perguntam vocês, interessadíssimos neste meu drama caseiro. Porque agora andamos como manadas no metro. Quem usa os transportes públicos em hora de ponta sabe do que falo. Não há civismo que sobreviva ao empurra-chega-para-lá, o novo desporto matinal dos alfacinhas. Um livro de bolso não caberia entre as multidões que coabitam em fúria nas carruagens de metro, menos ainda este pequeno calhamaço com quase mil páginas. Sei do que falo que já o trouxe a passear até à capital algumas vezes, mas sou obrigada a desistir e ainda só li a primeira parte da história. Alguém tem uma solução para isto?

publicado às 21:31

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