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caixa dos segredos

11
Jul16

À Portuguesa


vanita

Heróis do relvado

Nobres putos

Não são nojentos

São imortais

Levantai hoje de novo

O orgulho de Portugal

Por entre críticas e injúrias

Ó Pátria, sente-se a garra

De quem solt'amarras

E há-de trazer alegrias

À bola, à bola

Com fintas e remates

À bola, à bola

Nós queremos é jogar

 

Contra as redes, marcar, marcar!

 

 

06
Jul16

Estamos lá


vanita

Quem, como eu, cresceu a torcer por equipas estrangeiras nos campeonatos europeus e mundiais porque não tínhamos estaleca para lá levar a nossa bandeira, não pode deixar de se maravilhar com o facto de, em doze anos, chegarmos duas vezes à final de um Europeu. Seria incrível viajar até aos anos 80 anos e poder dizer àquela menina que fazia figas com força para que um dia os nossos jogadores percebessem que tinham de deixar de usar os palcos internacionais como um passaporte individual para os clubes estrangeiros, que entendessem que o segredo estava no espírito colectivo de equipa e que só assim seria possível sonhar bem alto. Como digo, seria incrível poder dizer a essa menina que, afinal, as figas resultaram. Não é preciso torcer pelos outros. Estamos lá.

06
Jul16

Aqui não se faz história


vanita

Não se faz história do registo que aqui se faz. Se, daqui a 200 anos, por alguma razão que não se pode agora descortinar, alguém quiser reconstruir o dia de hoje, considerará este blog inútil. Embora escreva com alguma regularidade, ainda que espaçada, há quase dez anos, não falo objectivamente do que me rodeia. Não há pormenores, datas, preço ou especificidades da vida quotidiana. Com este blog ninguém poderá saber quando custa um café em 2016. Pelo contrário, adquiri o gosto de omitir o mais que posso, anulando o eventual interesse que este blog poderia ter como matéria de reconstrução de um modo de vida. Por quê? Porquê esta dificuldade em expor dados de uma vida que nada de novo pode trazer ao presente, se tenho consciência que o seu registo poderá ser de bom uso para a posterioridade? Alguma vez pensaram nisso?

02
Jul16

Efemérides


vanita

De há seis anos para cá, todos os anos há quem ceda à nostalgia de um tempo que já lá vai. Recordam-se momentos memoráveis de um jornal que há muito não segue para a gráfica, recupera-se a última e, na minha opinião, a pior de muitas capas inesquecíveis e celebra-se o bom que foi. Saudade bêbeda de cumplicidade colectiva. O bom que foi não é indissociável do mau que se fez sentir. E a amnésia acentua-o. As efemérides são o que quisermos e, para mim, não passam seis anos. Faltam 100 dias.

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