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10.12.14

A morte na cidade

por vanita

Na era da informação rápida e imediata não há sequer memória do ciclo da vida, quanto mais da morte. O conceito não é novo mas impressiona-me sempre. Actualmente, sobretudo nas cidades ocidentais, o modo de vida urbano e estilizado das redes sociais e virtuais afasta-nos do movimento orgânico dos corpos e da natureza. A morte não existe. No dia-a-dia não há espaço para lidar com a emoção e ritual de perda. Estamos em constante movimento, numa roda que nunca pode parar. Há festa e frenesim por todo o lado e evitamos lidar com o tema do desaparecimento e fim de vida. Fazemo-lo quase de forma inadvertida. O afastamento da natureza alienou-nos dos ciclos naturais e, inconsequentemente, deixámos de os encontrar na vida quotidiana. Hoje li que é possível que uma pessoa viva praticamente sem contacto com a morte até ao momento da sua própria despedida. Perturbador. 

publicado às 15:06

10.12.14

Tudo arrumado em gavetas

por vanita

Isto dos blogs tem mesmo que estar dividido por categorias? Ter um blog para destilar mau feitio e escrever sobre o que nos apetece não garante sucesso? Tenho para mim que, se formos aos anais da História dos blogs, concluiremos que nem sempre terá sido assim. Temos mesmo de ser um produto formatado à vontade das empresas de marketing ou podemos ter identidade própria? Fica a reflexão e, já agora, a sugestão de uma nova gaveta: blog com personalidade.

publicado às 00:18

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