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28.08.14

Ronaldo e Judite

por vanita
Hoje é o dia do CR7. À manchete no jornal A Bola, soma-se a entrevista que marca o regresso de Judite Sousa ao trabalho e ao ecrã da TVI depois da morte trágica do seu único filho. Jornalisticamente a entrevista é fraca, sofrível e há milhares de profissionais mais qualificados para este "exclusivo". Humanamente, é um dos gestos mais bonitos a que assisti entre duas figuras públicas. Caramba, a minha vénia.
publicado às 22:00

27.08.14

Feita desta matéria

por vanita

 

Músicas, vídeos, momentos. Mais do que marcados, então entranhados no código genético da alma que tenho vindo a construir. Basta um segundo, uma viagem, um turbilhão de emoções em modo automático. Tirem-me os favoritos da frente, não me deixem viajar. Isso ou arquem com as consequências. As lágrimas, a nostalgia, as saudades e as alegrias. Há tanto cá dentro.

publicado às 17:37

25.08.14

Go Miley Cyrus

por vanita

"Thank you all - my name is Jesse, and I am accepting this award on behalf of the 1.6 million homeless youth".

 

A solidariedade está na moda. Seja por campanha de auto-promoção ou não, o que realmente importa é que se está a dar atenção e dinheiro a causas humanitárias. E isso só pode ser aplaudido. Foi o que aconteceu esta madrugada nos MTV Video Movie Awards, quando Miley Cyrus cedeu o discurso ao anúncio de uma boa acção para jovens sem abrigo. Esqueçam lá as figuras tristes e lamentáveis da moça nos seus espectáculos. Ponham os olhos nisto.

 

publicado às 11:06

22.08.14

A mesa de cabeceira

por vanita

Estive a confirmar e o livro que estou agora a ler estava há quase dois anos na fila de espera. Não se admite. Finalmente o monte de livros na mesa de cabeceira começa a diminuir, mas posso confessar que hoje encomendei um novo título para juntar à festa. Sempre dentro dos limites que me impus: promoções irrepetíveis em livros que fazem parte indiscutível da minha lista de desejos de forma consistente há bastante tempo. Estou a portar-me bem. 

publicado às 17:35

20.08.14

E roda, roda, roda

por vanita

Uma foi para o Afeganistão, de mala na mão, a outra espera um Duarte e há uma Rita que se lhe junta na mesma altura. Há quem festeje aniversários de bebés, quem celebre baptizados aos três de uma vez e quem me acorde com fotos de crianças irrequietas, cada uma fofa do que a outra. Os desabafos sobre a vida em comum, daquela que está mesmo a começar, também invadem as caixas de diálogo, enquanto nos lembramos do casamento de outra amiga. Parece que não, mas isto roda.  

publicado às 11:44

19.08.14

"O Feitiço de Xangai", de Juan Marsé

por vanita

Não tenho uma relação fácil com este autor, mentiria se dissesse o contrário. Tinha este livro na lista de espera há um tempo considerável e foi com alguma retinência que finalmente lhe peguei. Juan Marsé não é um autor fácil, desenganem-se se assim o pensam. As suas frases e ideias são profundas e elaboradas, as histórias que conta enchem-se de uma aura de magia a que a indiferença será alheia. É inevitável a comparação com Carlos Ruiz Zafón, uma vez que as tramas têm lugar no mesmo espaço e tempo do sempre mítico "Sombra do Vento". Barcelona do início do século XX, com todas as suas intrincadas personagens, prenhes de medos e angústias, reflexo de tempos conflituosos que se entranham um pouco por todo o lado. Mas, se Carlos Ruiz Záfon pode ser sombrio e fantasioso, Juan Marsé reveste-se de uma ambiência demasiado realista para que o romance ganhe força em relação às intensas questões subtilmente abordadas sobre a vida dos homens e as consequências das suas decisões. Não podia deixar de ser um romance com final ambíguo, e é exactamente isso que me desconcentra. A vida é mesmo assim, incerta e sem verdades absolutas. Mas, por isso mesmo, procuramos alguma rede num romance como este. Apesar de tudo, recomendo.
publicado às 14:12

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