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caixa dos segredos

31
Jan14

Abri a Caixa de Pandora


vanita

Para o que me havia de dar! Lembrei-me de abrir a caixa de mail do blog, cujos mails são automaticamente reenviados para a minha conta pessoal. Ou seja, não me lembro em que ano lá fui pela última vez. Além da parte gira de reviver mensagens trocadas com amigos que criei na blogoesfera, amizades essas que tiveram os primeiros passos nessas mesmas mensagens, foi engraçado perceber que, por vezes, há mensagens que nunca chegaram ao mail pessoal. Respondi a uma com uns bons anos. Pode ser que ainda chegue a tempos. Pedidos de divulgação de outros blogs, elogios de bloggers que gostavam do que escrevia, pedidos para ir à televisão!!, encontrei de tudo. Coisas de que já não me lembrava. Sim, porque também apagamos as más memórias. Lembrava-me lá eu de que também tinha sido alvo da raiva de anónimos? Nem por sombras. Curioso é que hoje, tal como então, tenho a certeza de que os ditos anónimos são sempre pessoas que nos conhecem de algum lado da nossa vida fora da blogoesfera. E se na altura me faltou coragem, agora tenho que sobre: Go fuck yourself!

Pessoas que não gostam de mim, não leiam o que escrevo, não se preocupem com a minha vida. Eu também me estou marimbando para a vossa.

E era isto. Na altura fui branda de mais.
27
Jan14

Calma aí com o andor!


vanita

Uma coisa é considerar abominável a postura de um líder - neste caso apenas como representante de qualquer ser humano - cuja dignidade passa por se remeter ao silêncio perante uma situação dramática de que resultou a morte de seis colegas. Outra bem diferente são as vozes que, aproveitando a indignação, clamam pela proibição das praxes. Ora, tenham lá calma. Que o caso das mortes no Meco levanta questões importantes que devem ser analisadas, debatidas e, quem sabe, alvo de legislação, não há qualquer dúvida. Já a proibição, incitada por discursos de ódio e raiva, deixa-me bastante apreensiva. De facto, estamos a passar momentos difíceis e complicados e o mais simples e imediato é encontrar bodes expiatórios para extravasar tantos sentimentos acumulados. Exactamente por isso, exige-se prudência e bom senso. Ainda somos um estado de direito, que se rege por leis democráticas. Proibições avulso aproximam-nos perigosamente de tempos que, tenho a certeza, ninguém quer voltar a viver. Calma e bom senso.
24
Jan14

Follow Friday #2


vanita

Gosto muito desta iniciativa do Sapo, de nos incentivar a indicar blogs para outros leitores. Como penso que os mais conhecidos não precisam de promoção, deixo-vos um blog de que gosto muito e não faz parte dos 10 mais do blogómetro, mas devia. Falo do blog da Inês, essa miúda fantástica que lê como uma máquina e nos consegue sempre obrigar a pensar um pouco mais sobre as escolhas que faz e as suas interpretações. Porque a vida é bem mais do que os meros mexericos do dia-a-dia, porque há muito a aprender e porque vão gostar. Cliquem e surpreendam-se.

23
Jan14

Pois que isto já me está a irritar


vanita

Ora dizem que os borlistas são os novos esclavagistas e, em menos de 24 horas, já ouvi argumentos de meio mundo indignado porque - valha-me Deus! - são convidados para fazer tarefas que devem ser pagas. Meus amigos, sem dramas nem grandes discursos, perante uma proposta há sempre uma resposta. Resume-se a: "por esse serviço cobro x". Deixem-se lá de se fazer de coitadinhos que, para isso, já bem bastam os funcionários do Metro. Duas classes no mesmo dia é demais. 

22
Jan14

Pobre Carla Mouro!


vanita

Pobre quem? Pois, é isso mesmo. Ninguém sabia quem era Carla Mouro até ao momento da cerimónia com Cristiano Ronaldo no Palácio de Belém. Jornais de referência e gente da mais variada estirpe debatem-se com profundidade sobre o tamanho da saia da senhora. Tenham paciência. Se os homens causam asco, não há classificação para a opinião das mulheres. Livra.

22
Jan14

As fatídicas primeiras 90 páginas


vanita

Isto dos livros é como com os humanos e eu acredito naquela teoria que sustenta que bastam alguns segundos - não sei precisar quantos - para antipatizarmos ou não com a pessoa com que nos confrontamos pela primeira vez. Ora, aplicado aos livros e aos habitos de leitura, desenvolvi a minha própria convicção. Tenho para mim que, neste caso, as primeiras impressões passam por aquele limiar invisível das 90 páginas. É uma coisa minha, mas acredito mesmo nisto. E passo a explicar. Gosto tanto ou mais de um livro na versão directa do tempo que demoro a chegar às primeiras 90 páginas. Sendo que, nos livros de que mais gostei de ler de toda a minha vida, essa barreira é quase invariavelmente ultrapassada em cerca de dois, três dias no máximo, dependendo da disponibilidade que tenho para dedicar à leitura. E sim, o prazer de ler anda de mãos dadas com a compulsão que o livro me causa. Nada como devorar um camalhaço em menos de nada. 

 

(Sim, já terminei o primeiro volume do "Guerra e Paz", de Lev Tolstoi)

22
Jan14

Coisas chatas


vanita

Ainda não decidi o que me incomoda mais: o cabelo eriçado por causa da chuva ou a electricidade estática causada pelas camisolas de lã. Não há maneira de fazermos boa figura no Inverno?

20
Jan14

Viva o Sr. Contente!


vanita

Tenho a certeza absoluta de que Durão Barroso não só se candidatará à Presidência da República, daqui a dois anos, como será um potencial vencedor do cargo. Mas alguém se lembra que este senhor abandonou o País, com os pés a bater no rabinho, para se ir por de bicos nos pés lá longe na Europa? Da mesma maneira que não se lembravam que tinha sido Cavaco Silva quem tinha entregue ao desbarato os fundos que chegavam da antiga CEE. Somos tristes, somos contentes.
20
Jan14

Vamos lá deixar de ser meninos


vanita

Que os amigos se juntem num fim-de-semana sob o pretexto de uma reunião das comissões de praxe ou seja lá do que for, ninguém tem nada com isso. Que façam uma ou duas ou três loucuras, sabe-se lá com o quê e para quê, também é assunto deles. Que a brincadeira tenha consequências desastrosas, resta-nos lamentar amargamente o sucedido, avaliar as consequências das decisões irresponsáveis que se tomam quando estamos em grupo e aprender uma lição para transmitir a gerações futuras. Tudo certo até aqui. Agora, que no meio da desgraça, haja falta de tomates - desculpem lá o português! -para explicar o que se passou é que já me parece mais grave. Que se respeite o período de luto, o trauma e se dê tempo aos visados para reagir, parece-me mais do que justificável. O que me parece que roça o limite da legalidade neste caso dos estudantes do Meco é que se oculte factos e dissimule a realidade. E isso requer uma posição enérgica. Há uma casa que foi limpa depois do desaparecimento dos jovens no mar. Só por si, quer-me parecer, constitui crime. Há um pacto de silêncio entre estudantes de uma faculdade inteira, entre adultos com mais de vinte anos. Mas estamos a brincar? Há muito por explicar e é bom que a verdade venha ao de cima, sob pena de estarem todos a ser cúmplices de uma história com contornos duvidosos. Tenham juízo na cabeça. 

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