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caixa dos segredos

24
Nov11

O Príncipe da Neblina


vanita

Há um efeito de Pavlov que se desencadeia sempre que vejo o nome Carlos Ruiz Záfon, ou desencadeava. Tudo por culpa de "A Sombra do Vento", que li em 2007, quando fui a Barcelona. Depois desse livro, que consta entre os meus favoritos de sempre, ansiei pela saga, com "O Jogo do Anjo". E fiquei desiludida. Aquilo que no primeiro era apenas um tempero, o ambiente sinistro e fantasmagórico, transformou-se no protagonista principal de uma história decalcada do livro anterior. Foi sem grande vontade que li "Marina", um das primeiras obras do autor, traduzida para português no final do ano passado. E percebi que não valia a pena insistir. A magia de "A Sombra do Vento" é irrepetível e, por muito que o autor me saiba embalar nas suas histórias, não justifica o tal efeito pavloviano. Ainda assim, depois de me oferecerem este "Príncipe da Neblina", foi com curiosidade que o devorei. Porque este livro marca a estreia do autor, porque é dirigido a um público juvenil e porque queria saber se me surpreenderia. As expectativas eram baixas e, por isso mesmo, gostei do que li. Sempre fui entusiasta do registo juvenil e, embora o tom sinistro esteja sempre presente, neste tipo de aventura, faz todo o sentido. Devora-se numa ou duas tardes, mas é um momento bem passado. Que não deixará grandes marcas, mas não desilude.
23
Nov11

Antes dos 1000 km


vanita

Não imaginam como me parece mal que haja quem tenha carros novos, como eu, mas que, para isso, não faça mais do que uma boquinha hipócrita e abanicar as pestanas com ar de carneiro mal morto. A injusta sempre existiu, dizem, mas há vezes em que dói mais.
20
Nov11

A curiosidade matou o gato


vanita

A mania de saber sempre mais à frente não pode ser levada de ânimo leve numa colecção que demora 14 livros a chegar ao fim. Nesta ânsia de saber mais, que me faz ler as sinopses dos volumes que se seguem, com um autor sádico que mata as personagens favoritas dos leitores, já descobri mais do que queria. Damn it.
20
Nov11

A Muralha de Gelo


vanita

Apesar de, a determinada altura, me ter cansado e deixado as aventuras dos Sartk e dos Lanister de lado, a verdade é que já não as consigo esquecer. Estou empenhada nesta luta, quero saber como se vai desenrolar e que transformações vão ocorrer nas grandes famílias até que tudo se volte a recompor. Isto é como uma série de televisão, um filme épico, uma vez envolvidos só descansamos quando chegarmos ao final. E aguentamos mesmo um ou outro momento menos interessante. Até porque, sabiamente, o livro fecha com tudo em aberto. Será uma questão de tempo até que me volte a embrenhar na sua trama. No segundo livro, o terceiro em português...
18
Nov11

Ah e tal, cultura geral


vanita

A mim, dá-me "uma branca" de cada vez que atiram com essas perguntas de saber feito. Ser inteligente não se mede pela capacidade de preencher requisitos definidos por alguém num determinado contexto de espaço e tempo. Haver quem acredite ferozmente nisso é que me deixa doente. E, nesse caso, com pouco para argumentar. É que a estupidez só se alimenta de si mesma.

17
Nov11

My guilty pleasure


vanita

Tenho perfeita noção de quão mau tudo isto pode ser, mas adoro a saga Twilight e toda a fantochada à volta dos filmes e dos actores. Contei os minutinhos para estar na antestreia do quarto filme, "Amanhecer - Parte 1", e vibrei com palermices próprias de adolescentes. Não tenho qualquer problema em admiti-lo mas também não faço disso uma bandeira. É algo que é meu e gosto que assim seja. Tanto gostei do filme como da crítica que li hoje de manhã na revista Tentações, da Sábado, que o arrasa com sarcasmo humorístico e cheio de mestria. Agora o que não consigo entender, e que também li nessa mesma crítica, é esta opinião generalizada de que o primeiro filme foi qualquer coisa de espectacular que saiu das mãos dessa grande realizadora que é a Catherine Hardwicke. Agora, que passaram quatro anos, todos dizem isto? Que coerentes. Quer dizer que basta esperar mais um pouco para que este, que estreia hoje, seja uma obra-prima. É isso?

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