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12.11.09

No dia em que me disseram que tinhas morrido

por vanita
Não chorei uma lágrima. O meu coração fechou-se, congelado numa dor que já tinha sentido quando te perdi pela primeira vez. Deixei-me conduzir na tua morte dentro da redoma de uma força que nem sabia que tinha. Hoje sei que se tivesse deixado correr a primeira lágrima nunca mais teria parado. Porque me fazes falta, porque enquanto não chorasse a tua morte estarias apenas longe, como já estavas há uns tempos. Longe mas ali, onde eu sabia que estavas, com o sorriso que nunca te largava. Que não te larga porque, estejas onde estiveres, sei que estás a sorrir. É assim que vives na minha memória, na memória de quem não te esqueceu. Hoje sei que não passa de uma mentira. Não estás cá mas continuas a fazer-me falta. Tanta...
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publicado às 01:50

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