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23.10.09

Eis-me aqui!

por vanita
Num hospital público da capital. O ar é fétido e pesado, tresanda a doença. As cadeiras inundas da sala de espera seguram doentes pouco cuidadosos. Gente que não leu nada sobre a forma de propagação da temida Gripe. Gente que tosse a dois lugares de mim, como se nada fosse. As fardas encardidas dos auxiliares ou o branco sujo das batas dos médicos não inspiram confiança alguma. Vai-se à casa-de-banho em cuidados mil e no final acabamos, inadvertidamente, por tocar na maçaneta da porta. Gaita, não tinha saudades disto. E nunca mais chamam o meu nome. Ao mesmo tempo rezo para que corra tudo bem...

Update: Afinal já me tinham chamado, devia estar distraída ao telemóvel. Mas se para ser atendida por este Deus italiano de olhos castanho-mel e pronúncia acentuada do país mais romântico do mundo tinha de esperar estas horas, não me importo. Curaram-me mais os olhos doces dele do que o resto. Aliás, já não me lembro do que lá fui fazer. Também pode ser da anestesia, que pode!

Update II: Esta dorzita de garganta que me está a atacar é que já não tem tanta piada. Ai o camandro!
publicado às 23:13

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