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28.03.09

Da solidão

por vanita
No lufa-lufa do dia-a-dia mal se dá por ela. Entre telefonemas urgentes, afazeres diários e respostas a pedidos de ajuda de quem nos rodeia nem nos apercebemos do vazio que, lentamente, vai crescendo cá dentro. Acordamos para ele quando todo o barulho se vai. Quando pensamos que, finalmente, podemos descansar e entregar-nos ao ócio. Reparamos, surpreendentemente, que o fogo-de-artifício, quando se extingue, não deixa nada para trás. Talvez um cheiro a fuligem queimada que desaparece em pouco tempo.
publicado às 20:40

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