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31.07.08

Tic tac... tic tac... tic tac...

por vanita
Hoje o relógio voltou a mexer os ponteiros. Uma semana e meia depois de ter trocado a noite pelo dia - parece que sabia que eu tinha entrado de férias! - comprei finalmente uma pilha nova. Não o tenho usado, não preciso. O problema é que, agora, já oiço o tic... tac... na minha cabeça. Ainda falta mais de uma semana para o regresso e já me sabe a pouco...

Vou aproveitar o resto! O relógio? Fica onde tem estado, à espera da realidade :)
publicado às 23:21

31.07.08

Suspense

por vanita
Cavaco Silva vai falar ao País. Ninguém sabe o que vai dizer. No livro que acabei de ler ontem, "A Conspiração", o Presidente dos Estados Unidos da América fez o mesmo. Anunciou que a Nasa tinha descoberto vestígios de vida extra-terrestre. Estará Cavaco Silva à altura?

Adenda: Bem me parecia que era areia demais para aquele camião...
publicado às 20:00

31.07.08

Wishlist #3

por vanita
Quero voltar ao Cemitério dos Livros! A tradução em português do novo romance de Carlos Ruiz Zafón , o autor do belíssimo "A Sombra do Vento", ainda não foi editada mas pode ser que chegue às bancas até aos meus anos - espero eu, enquanto faço figas com os dedos! Se não chegar, lê-se em espanhol, que os bons livros lêem-se bem em qualquer língua ;)
publicado às 16:59

23.07.08

Um-dó-li-tá...

por vanita

Busca interior. É este o tema de dois filmes tão distintos que se tocam apenas por coincidência, por os ter visto um depois do outro. Control relata parte da vida de Ian Curtis, o mítico vocalista dos Joy Division. Into The Wild conta a história de Christopher McCandless, um jovem recém-licenciado que parte em busca do próprio eu, longe de tudo e de todos, no Alasca. Percursos tão diferentes e tão semelhantes. A história de Ian Curtis seduz-me mais do que o Super Vagabundo, confesso. No entanto, são ambos vítimas de uma busca incessante, de quem não conhece tréguas nem consegue parar para avaliar outros pontos de vista. De quem vive intensamente e, consciente ou inconscientemente, se deixa levar sem usar o travão de emergência. Valerá a pena? Será aí que reside a felicidade? Na velocidade estonteante, na procura determinada?

"Happiness only real when shared", conclui Chris, com sabedoria adquirida à custa de muito sofrimento. Ian Curtis, por seu lado, sucumbe à solicitação dessa mesma partilha. Não o consegue fazer. Nem com a mulher, nem com a namorada por quem se apaixona mas a quem não se consegue entregar. Qual deles tem razão? Nenhum...?
publicado às 20:45

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