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28.06.07

Gorillaz

por vanita

Esta tem sido a banda sonora da minha vida. Nos últimos tempos então, vem-me todos os dias à cabeça. É o meu estado de espírito. Hoje apeteceu-me partilhá-la. Não é tão bom quando estamos de bem connosco, com a vida e com quem nos rodeia? I'm happy, i'm felling glad... I really am :)

publicado às 18:11

26.06.07

Mosteiro de Alcobaça

por vanita

A contagem descrescente para a eleição das 7 Maravilhas de Portugal já começou. É favor votar.. com coração. Eu já fiz a minha escolha. Não deixem passar a oportunidade. É só até ao 7/7/7!!!
publicado às 16:56

24.06.07

São tão lindos!

por vanita

Opá, eu bem tentei resistir mas não consigo. Os Crocs são simplesmente geniais. É verdade que são de plástico, mas são italianos - já vou disse que tirei 17 no exame? :D - e depois há as cores. Entre o laranja, o verde alface e o fuschia... é de ficar uma semana a pensar qual gosto mais! Enfim, estou rendida, apaixonadíssima...

P.S. - Parece que isto das férias ao blog não é muito certo.... lol. A minha indecisão persegue-me!
publicado às 23:59

19.06.07

Perfeito!

por vanita
Pronto, obrigaram-me a recuar na pausa que tinha feito. Esbarrei contra este texto e simplesmente tenho que o reproduzir. É imperativo! Não sei quem é a pessoa que o escreveu, mas bolas, está mesmo lá. Deliciem-se, foi tirado daqui:

"Nós amamo-nos muito, não é amor?"

Se há coisas que desconfio, é dos amores Eu-Tu-e-o-resto-do-mundo. Os amores sem vida privada. Os amores que, de doentios (e sufocantes), e sem pudor de salvaguardar a vida íntima e própria de um casal, se perdem em confissões a terceiros do que só, manifestamente, aos dois diz respeito. Existe nestes uma necessidade, quase dilacerante, em contar tudo. Tudo. Desde as horas e sítios onde se beijaram ou fizeram “o amor”, até às juras sistemáticas de amor eterno. Estas manifestações básicas cansam-me. Causam-me desconforto e deixam-me maldisposto. Em que parte da vida mais “secreta” dos dois é que eu sou chamado? Que raio é que tenho a ver com isso? Os casais maravilha! “Vejam todos, nós somos muito felizes!” - dizem-nos. Necessitando de fazer desta certeza (será?) uma declaração pública, não desconfiarão estes disso mesmo? Acho isso é um engano. Os amores são bons quando fazem as pessoas felizes (ponto!). Um amor bom cansa, dá trabalho e, sobretudo, sabe ficar em silêncio – não dizendo nada, diz Tudo. Porque silêncio é respeito. Mais, um amor bom não deve concordar com tudo, pelo contrário, deve abrir novos mundos, novas perspectivas, novas pequenas certezas. No meio de tudo isto vamos errando, pedindo desculpas, criando e construindo. Nunca fazendo o que o outro(a) quer, mas o que se deve. Constrói-se respeitando o espaço de ambos, ao invés de uma clausura sufocante. Porque um verdadeiro amor não é perfeito, antes, tem muitos defeitos. Como todos nós. E é disso que se alimenta, vive e cresce. E está escrito na cara de cada um de nós quando passamos por um, não precisamos de andar a espalhá-lo aos sete ventos. Mas isso, e esse amor, já são sinónimos de maturidade, pois é?

publicado às 23:27

16.06.07

Novo template...

por vanita
Ainda a pensar em deixar este blog ir de férias - para voltar ou não, não decidi - apeteceu-me experimentar uma nova imagem. Não sei se me convence. É uma experiência. Mas acho que as férias são mesmo o que preciso. A vida lá fora espera-me... provavelmente volto, mas não dou certezas. Ciao ;)
publicado às 21:37

10.06.07

Memorável!

por vanita
A chuva a cair no exacto momento em que Billy Corgan começou a tocar "Today" só pode ter sido magia. Ainda bem que estive lá para ouvir, sentir, escutar... Não há palavras que descrevam nada do que ali se viveu. Não há mesmo...

PS - a foto é do Blitz...
publicado às 17:33

07.06.07

Será?

por vanita

Será que ainda te lembras que esta era a "nossa música"? Vá lá vão tantos anos... Dez! O teu lugar ainda cá está e sei que o meu também aí está guardado :)

publicado às 22:45

05.06.07

Belo dia!

por vanita

Mandei o estudo às urtigas com uma pinta que não me lembrava de ter nos meus tempos de faculdade. Li, sorri, espreguicei-me, diverti-me, fui comer um gelado, arrastei-me pela casa, flirtei, brinquei, dediquei-me às arrumações... basicamente fiz o que me apeteceu, enquanto deitava a língua fora ao dever e às obrigações.
E soube-me tãooooooooo bem!
publicado às 21:46

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